O acordo emergente entre EUA e Reino Unido sobre lácteos
EUA buscam acordo com Reino Unido para garantir comércio justo de lácteos e enfrentar concorrência da UE, Nova Zelândia e Austrália.
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EUA buscam acordo com Reino Unido para garantir comércio justo de lácteos e enfrentar concorrência da UE, Nova Zelândia e Austrália.
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Quando a Saputo Inc., maior produtora de leite do Canadá, venceu a disputa para adquirir uma das maiores fábricas de lacticínios da Austrália em 2014, pode ter parecido, a quem olhava de fora, que a empresa fez uma movimentação rápida de última hora, aproveitando a oportunidade de um acordo rápido. Mas aqueles que prestaram mais atenção sabem que isso está longe da verdade: CEO Lino Saputo Jr., discretamente, fez incursões com a Warrnambool Cheese and Butter Factory Co. por mais de uma década.[...]
O aquecimento ôhmico é uma tecnologia emergente que pode ser usado nas indústrias de laticínios para o processamento de leite e derivados. Veja!
A IFCN (Rede Internacional de Comparação de Fazendas) analisou os mercados emergentes em todo o mundo em seu recente Fórum de Regiões Emergentes de Lácteos on-line, com 412 participantes de mais de 50 países. O foco no emergente era simples, observa Torsten Hemme, o fundador e CEO da IFCN: 88% do crescimento da demanda por leite ocorreu nessas regiões nos últimos 10 anos. E agora, principalmente com a pandemia, mais dessas áreas parecem ser autossuficientes na produção de laticínios.
Diante da segmentação do perfil do consumo de alimentos mesmo em um mercado emergente como o Brasil, a Cargill teve que fazer uma escolha: E, embora continue com grandes fábricas no país com foco em commodities e escala, a companhia decidiu "modelar" seus processos produtivos para melhor atender às inúmeras demandas específicas que surgem tanto para a alimentação humana quanto animal.
Listeriose, também conhecida como doença giratória ou doença da silagem, geralmente é causada pela espécie Listeria monocytogenes.
A crise internacional não muda o quadro desenhado para o agronegócio e para a demanda por alimentos nos próximos anos, avalia o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Para ele, caso os Estados Unidos e alguns países europeus entrem em recessão, pode haver uma freada nas economias do mundo emergente. Mas esses países continuarão puxando a demanda por comida.
O mundo está indiscutivelmente melhor que há um ano, mas não faltam riscos ameaçando as perspectivas de recuperação da economia global. Os mais citados no primeiro dia do Fórum Econômico de Davos foram o desequilíbrio fiscal dos Estados Unidos, a crise dos países periféricos da Europa, as turbulências políticas causadas pela alta dos alimentos, especialmente no Oriente Médio, e a capacidade de os principais emergentes, como China, Índia e Brasil, realizarem um "pouso suave" de suas economias superaquecidas. Além disso, como causa mais profunda de quase todos esses problemas, há a persistência dos grandes desequilíbrios macroeconômicos globais, levando a guerras comerciais e cambiais, e à grande volatilidade nos mercados financeiros. E, como falha mais gritante da recuperação, a crise do emprego nos países ricos persiste.
A despeito do crescimento mais forte da economia brasileira nos anos recentes, o País perdeu participação no Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Em 2002, a fatia era de 2,92%. Ao final deste ano, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI), deve ser de 2,90%. É uma diferença pequena, mas, segundo analistas, nada desprezível, levando-se em conta que o Brasil ainda é uma nação emergente.
A recuperação da economia, após a crise financeira de 2008/2009, ocorreu mais rápido do que se imaginava, principalmente nos países em desenvolvimento, e levou a Tetra Pak a rever para cima a estimativa de consumo mundial de produtos lácteos no ano passado. A última edição do Tetra Pak Dairy Index, pesquisa global sobre tendências de consumo na indústria de leite divulgada ontem (12), estimou um consumo de 264 bilhões de litros em 2009, 1,8% a mais do que no ano anterior. Na edição de dezembro da pesquisa, a previsão era de 263 bilhões de litros, com crescimento de 1,3%.
O grupo dos principais países de economia emergente, chamado de "Bric", negocia um acordo agrícola e a criação de estratégia comum para influir no mercado mundial de alimentos. Em reunião preparatória ao encontro presidencial de abril, em Brasília, os ministros de Agricultura do Brasil, Rússia, Índia e China identificaram "complementaridades" em ações rurais e discutiram a facilitação do comércio de bens agropecuários dentro do grupo.
O Brasil encabeça o <i>ranking</i> de combate à mudança climática publicado ontem (14) pela ONG Germanwatch e a rede Climate Action Network (CAN), organizações não governamentais europeias. Pela primeira vez desde que o indicador começou a ser medido, um país emergente ocupa a liderança da lista, superando países desenvolvidos economicamente como a Suécia, a Alemanha e a Noruega. As informações são da BBC Brasil.
A esperada pressão dos tremores irradiados dos Estados Unidos e da Europa sobre as cotações das commodities se confirmou e os principais produtos agrícolas negociados nas bolsas de Chicago e Nova York registraram forte queda ontem. Foi o primeiro dia de negociações após o rebaixamento da nota dos papéis da dívida americana pela agência de avaliação de risco Standard & Poor´s.
Analista do Euromonitor International, Ildiko Szalai, disse que a expansão internacional deveria ser a maior prioridade da Yoplait - com os mercados emergentes oferecendo as melhores oportunidades para aumentar a receita de vendas. "Em termos de crescimento no valor de vendas varejistas, China, Brasil e Índia são os alvos mais atrativos de expansão, com os três mercados combinados devendo representar 47% dos ganhos no mercado global de iogurte no período de 2010-2015".
A Tetra Pak abriu uma nova planta de embalagem de 92 milhões de euros (US$ 128,34 milhões) no Paquistão para servir o crescente mercado de sucos e lácteos do país. A empresa de embalagens está descrevendo a nova planta em Lahore como sua maior fábrica no Oriente Médio.
Uma importante empresa analista do mercado de queijos levantou dúvidas sobre o potencial da Rússia e citou África, Oriente Médio e América Latia como regiões que devem ser observadas nos próximos anos. Após o anúncio da <b>PepsiCo sobre a aquisição da Wimm-Bill-Dann</b>, foram feitas muitas previsões sobre o crescimento do mercado lácteo russo. Porém, a firma de pesquisa, Proteus Insight, disse que a Rússia pode não ser a "terra prometida" como muitos preveem.
A propriedade de falência global que levou o mundo à recessão em 2008 começou a ser suspensa em 2010. Os preços domésticos aumentaram na Grã-Bretanha e se estabilizaram na América, mas caíram na Espanha. O processo de desalavancagem manteve a inflação fraca no mundo rico, enquanto a grande demanda e o afrouxamento da política monetária levaram à sua aceleração na Índia e na China. No final de 2010, a produção e o emprego aumentaram na maioria dos países ricos, mas não o suficiente para se retomar aos níveis de antes da crise.
A classe C consumiu 41,35% do total de bens e serviços nas áreas urbanas em 2010, aponta pesquisa do Data Popular. As classes A e B, juntas, consumiram 42,9%. No total, todas as classes consumiram R$ 2,1 trilhões este ano.
A Zenith International publicou um relatório sobre o mercado de <i>snacks</i> (lanches rápidos) lácteos revelando alto crescimento nas vendas globais e prevendo oportunidades significantes para mais expansão. De acordo com a pesquisa, as vendas de <i>snacks</i> lácteos, que incluem produtos como palitos de queijos e iogurte em tubinhos, cresceram 7% em 2009 e deverão ter um aumento de 6% nesse ano.
A PepsiCo vai comprar a OAO Wimm-Bill-Dann num acordo que avalia a empresa russa de laticínios e sucos em até US$ 5,8 bilhões e representa um dos maiores investimentos estrangeiros na Rússia fora do setor de petróleo. A aquisição, a maior da PepsiCo fora dos Estados Unidos, vai estabelecer a empresa como a maior em alimentos e bebidas na Rússia e uma líder no crescente mercado de laticínios do país.
Cinco anos atrás, os franceses estavam eufóricos em relação aos boatos que a Danone, maior fabricante mundial de iogurtes, seria vendida para a gigante norte-americana PepsiCo. O primeiro-ministro até cogitou colocar a empresa em uma lista de empresas para ser mantido sob responsabilidade francesa. Agora a Yoplait, a segunda maior no segmento, está à venda. PAI Partners, uma <i>private equity</i> francesa, está vendendo 50% de seu capital na Yoplait. O restante é detido pela Sodiaal, a maior cooperativa de lácteos do país. Mais uma vez, os concorrentes estão atrás de mais iogurte.
A multinacional francesa Danone está esperando aumentar suas vendas de produtos lácteos frescos, um segmento que representou 57% das vendas da companhia em 2009, e pretende priorizar os mercados da Rússia - Comunidade dos Estados Independentes (CEI) e dos Estados Unidos em 2011.
O Governo dos Estados Unidos aumentou sua previsão de exportações agrícolas para 2010 para US$ 104,5 bilhões, em meio à demanda da China e de outros países asiáticos mostrar-se mais forte do que o esperado. As previsões de exportações de produtos lácteos aumentaram para US$ 2,9 bilhões, de US$ 2,8 bilhões anteriormente previstos (e 28,3% acima em relação a 2009), "devido aos melhores preços globais dos lácteos e recuperação esperada nas vendas de leite em pó", segundo o USDA.