Maranhão: produção de leite é destaque com assistência técnica
"Nós estávamos desestimulados com a produção. Mas com a entrada do Senar aqui na propriedade, vimos a chance de alavancar o nosso trabalho". Leia mais!
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"Nós estávamos desestimulados com a produção. Mas com a entrada do Senar aqui na propriedade, vimos a chance de alavancar o nosso trabalho". Leia mais!
O auge da safra de leite em Minas Gerais provocou mais uma queda nos valores do produto. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a retração, na comparação mensal, chegou a 2,93% no preço líquido recebido em janeiro, pelo leite entregue em dezembro. As quedas consecutivas agravam ainda mais a situação dos pecuaristas, que estão desestimulados, acumulando prejuízos e dívidas.
A Produção de leite do Estado de Goiás tem caído nos últimos anos influenciada pelos altos custos e baixa rentabilidade.
De acordo com Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o leite longa vida continua em alta, porém menos expressiva. Apesar da redução do preço no mercado varejista, a cota paga ao produtor ainda não sofreu redução, o que deve acontecer somente entre setembro e outubro.
O aumento dos preços do leite, comum nesta época do ano em função da entressafra, vem ultrapassando a média de alta verificada nos últimos anos. O vilão, neste ano, foi a estiagem, que consumiu as pastagens e baixou ainda mais o potencial produtivo dos animais. A Associação Gaúcha de Supermercados estima reajustes médios de 8% a cada semana ao longo das últimas seis semanas.
Os dados obtidos pelo Cepea em janeiro permitem o fechamento do Índice de Captação de Leite (ICAP-L) para 2008. O resultado é aumento de 10,2% frente ao volume do ano anterior, ou seja, nos 12 meses, empresas processadoras (laticínios/cooperativas) receberam volume 10,2% maior do que em 2007. O ICAP-L/Cepea registrou captação 23,6% maior que a de igual período de 2007. A partir de julho, o quadro praticamente se inverte e a captação do semestre fica 0,77% menor que a do mesmo período do ano anterior.
A mobilização de entidades do setor na busca por uma solução para a crise do leite gaúcho tem relação direta com o tamanho do problema. Desestimulados por atrasos no pagamento, não recolhimento e queda no preço do alimento, muitos produtores estão desistindo da atividade. Projeção apresentada pelo Instituto Gaúcho do Leite aponta que dentro de quatro a cinco anos entre 20 mil e 30 mil famílias se verão obrigadas a abandonar a produção.[...]
O alto custo para produção de leite tem afastado produtores do mercado e feito consumidores passarem por apertos nos grandes centros. Saiba mais informações!
A alta registrada nos preços do leite em maio e no acumulado do ano é insuficiente para cobrir os custos, que subiram a níveis muito superiores. Saiba mais!
O preço baixo pago pela indústria deve levar centenas de produtores a um protesto hoje em Ijuí. A intenção é interromper o trânsito na BR-285, durante passeata até à unidade da Perdigão no município. Desestimulados com a queda nos valores, que chega a 20% desde maio, segundo dados do Conselho Estadual do Leite, produtores gaúchos entregaram cerca de 900 mil litros a menos por dia no último mês.
A Betânia Lácteos, maior indústria de lácteos do Nordeste e com cadeia produtiva 100% de origem local, idealizou e desenvolveu um aplicativo capaz de gerar uma comunicação mais efetiva com os produtores, especialmente os de pequeno e médio porte, facilitando o fluxo de informações, valorizando a atividade leiteira, oferecendo mecanismos de controle da produção e oferta do leite e até mesmo viabilizando a antecipação de valor do produto vendido.
Conhecer o processo de maturação utilizado na França durante a produção de queijos é uma oportunidade para que os produtores de Minas Gerais aprimorem as técnicas e agreguem valor à produção. O queijo maturado tem conquistado o paladar dos consumidores que reconhecem a qualidade e pagam mais pelo produto diferenciado. Enquanto o queijo fresco é vendido a R$ 8 por peça, o valor do queijo curado pode alcançar R$ 200, dependendo da maturação.
A Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) inaugurou na semana passada a ampliação da fábrica localizada em Cruz Alta, no norte do Rio Grande do Sul, com a introdução de uma segunda planta produtiva. De acordo com o presidente da cooperativa, Caio Cézar Vianna, hoje a CCGL detém 8% do mercado nacional de leite em pó. O objetivo é, nos próximos anos, chegar a 15% de market share.
Maria Stela Barretto de Figueiredo Santos segue firme o legado deixado pelo avô na seleção de animais das raças Gir Leiteiro e Girolando, à frente da Fazenda Boa Esperança da Serra, em Mococa, SP. Com raízes firmes na pecuária, ela dedica seus dias à atividade leiteira e não se imagina em outra profissão. "Essa fazenda é parte da minha vida... não tenho outra história se não essa".
O município de Jaru é o maior produtor de leite de Rondônia e de toda região Norte, com uma produção diária de cerca de 170 mil litros, mas os números têm diminuído significativamente nos últimos anos. Visando a recuperação da cadeia produtiva do leite, que é a atividade econômica mais importante do município, Embrapa Rondônia [...]
A crise na bacia leiteira do Rio Grande do Norte tem deixado os produtores rurais em alerta. Durante o lançamento da Festa do Boi 2013, em Parnamirim, o secretário estadual de Agricultura, Tarcísio Bezerra, disse que o Programa do Leite precisará passar por alguns reajustes. Segundo o presidente do Sindicato dos Produtores de Leite, Carne e Derivados do Rio Grande do Norte, Marcelo Passos, a produção caiu pela metade e isso afetou toda a cadeia produtiva, deixando o produtor rural com o prejuízo.
Pequenos e médios produtores da maior bacia leiteira do Ceará apostam em barreiras econômica e sanitária como solução para a maior crise financeira enfrentada pelo setor no Estado. O litro do leite "in natura" caiu quase 35% em Quixeramobim. Está sendo comprado pelos usineiros a R$ 0,47. Antes, valia R$ 0,72 segundo reclama o presidente da Associação dos Agropecuaristas do Sertão Central (Aasec), Carlos Elói.
O ano de 2009 se iniciou repleto de incertezas. Qual seria a extensão da crise econômica que havia eclodido há três meses, e quais seriam os reflexos da mesma? Ficaria a economia do país seriamente fragilizada, e o crescimento visto nos últimos anos, estagnado ou até comprometido? De fato, 2009 foi um ano de dificuldades, mas para 2010 o cenário mais provável mostra-se promissor para o setor.
Os preços pagos pelo leite em outubro confirmaram as expectativas negativas: nova queda, agora de 7,27%, atingindo pouco mais de R$ 0,60 por litro. A correção nos últimos meses foi significativa - em junho, os preços médios estavam na casa dos R$ 0,76. A queda acumulada em 4 meses foi de 20%, em um período em que os custos de produção, já elevados em relação ao ano anterior, subiram ainda mais. Vida difícil para o produtor. A realidade, porém, é bem mais complexa e afeta todo o setor.
A cooperativa de lácteos neozelandesa Fonterra está enfrentando a crescente demanda de leite em pó na China, o que se torna cada dia mais difícil porque os volumes enviados àquele país não estão sendo suficientes. De acordo com o gerente executivo da cooperativa, Andrew Ferrier, as vendas de leite à China "são menores do que deveriam".
Após meses de consecutivas altas de preços do leite no mercado nacional, o setor passa por um momento de transição. Os motivos para isso são a maior pressão do varejo em virtude da significativa alta do leite longa vida, como foi publicado no último artigo da seção "Panorama de mercado", e o aumento da produção nacional, estimulada pelos elevados preços pagos aos produtores.
O mercado de leite começou o ano de 2007 com leve queda, tendência a estabilidade. Segundo dados do Cepea, o preço pago pelo leite ao produtor em janeiro foi menos de um centavo por litro a menos que o verificado em dezembro do ano passado. É importante ressaltar que são dados médios; há variações regionais significativas e diferenças em função de volume e qualidade. Há produtores que reportaram queda de até 4 centavos entre dezembro e janeiro.
A etiologia da diabetes tipo 2 ainda não está muito clara. A diabetes tipo 2 é parte da chamada síndrome metabólica que, além da diabetes, inclui obesidade abdominal, hipertensão, dislipoproteinemia (hipertrigliceridemia e baixo HDL) e arterioesclerose precoce e é caracterizada pela resistência à insulina e hiperinsulinemia.