Parto no verão: boas condições corporais e resfriamento
Em épocas mais quentes, manter os animais em boas condições corporais e com temperatura adequada é inquestionável, em períodos de parto a necessidade aumenta.
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Em épocas mais quentes, manter os animais em boas condições corporais e com temperatura adequada é inquestionável, em períodos de parto a necessidade aumenta.
Com a melhoria das condições climáticas, que propiciaram melhor desenvolvimento das pastagens hibernais, e ampliação de áreas com disponibilidade para o pastoreio, já se pode observar em algumas regiões uma gradativa recuperação do escore corporal dos rebanhos e da produção leiteira.
A atividade leiteira apresentou comportamento relativamente estável no período, exceto por algumas variações regionais associadas às condições alimentares, sanitárias e climáticas. De maneira geral, as condições corporais e sanitárias estão adequadas, e a qualidade do leite produzido dentro dos parâmetros exigidos pela legislação vigente.
O cenário atual da pecuária leiteira no Rio Grande do Sul é marcado por uma estabilidade produtiva generalizada, com rebanhos que apresentam condições corporais e sanitárias dentro dos padrões satisfatórios.
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O que faz a vaca leiteira ser única dentre outras espécies de mamíferos é a sua capacidade de mobilizar reservas corporais para nutrir a cria, ou seja, produção de leite. A condição corporal ao parto é provavelmente o ponto mais importante ao longo do ciclo de lactação da vaca, pois afeta o consumo de alimento no início da lactação, a perda de reservas corporais no pós-parto, a produção de leite, a imunidade da vaca e por fim, a reprodução.
A diarreia é uma doença do sistema digestivo, caracterizada pela eliminação de fezes aquosas e aumento da frequência de evacuações. Com a progressão da doença, devido ao elevado teor de água nas fezes aparece o quadro de desidratação. Junto com a água, o corpo perde eletrólitos (minerais), que são necessários para manter importantes funções corporais.
Na última parte desta série de artigos vamos mostrar como a pastagem pode ser utilizada para suprir as necessidades nutricionais de ovelhas e cabras em lactação. O período de lactação para matrizes de corte corresponde a quatro meses (16 semanas) e é subdivido em três períodos: início - 1ª a 6ª semana; metade - 7ª a 12ª semana; e final da lactação - 13ª a 16ª semana. Estes períodos são definidos com base nas mudanças na demanda nutricional e na produção de leite das matrizes.
Para a síntese e secreção do leite, o metabolismo da vaca leiteira utiliza energia advinda da dieta e também mobilizada das reservas corporais. Quando o montante de energia necessária para a produção leiteira não pode mais ser mantido em equilíbrio pelas reservas corporais há uma desestabilização do metabolismo, podendo afetar a saúde do animal. Contudo, tais efeitos dependem também do ambiente, da instalação e do conforto.
A água é um nutriente essencial e é o segundo elemento em importância, atrás do oxigênio, que sustenta a vida e o crescimento de um organismo vivo. Quando as necessidades dos animais em água não são atendidas ocorrem prejuízos das funções corporais tanto em curto quanto em longo prazo, que por sua vez refletem em desempenho reduzido. Infelizmente, as necessidades de água em bovinos são muitas vezes negligenciadas em comparação com as exigências de outros nutrientes.
Pode parecer apenas uma decoração natural, mas as listras das zebras desempenham uma importante função: repelir insetos. Diversos estudos já comprovaram isso, inclusive afirmando que as listras pretas e brancas são efetivas também para a proteção em humanos - algumas tribos africanas usam pinturas corporais listradas justamente por isso, aliando significado cultural a uma função benéfica.
A nutrição é o fator mais rápido e prático de se alterar a composição do leite, uma vez que os componentes do leite são sintetizados a partir de nutrientes que provém da dieta ou das reservas corporais. Dos três principais componentes do leite, a gordura pode ser alterada em até 3 pontos percentuais, a proteína muito menos, sendo alterada na ordem de um quinto da gordura, e a lactose menos ainda. Neste radar será abordado os fatores dietéticos que afetam maléfica e/ou beneficamente a composição do leite.
Acesse neste artigo as principais informações para se iniciar o estudo de nutrição de vacas leiteiras, passando por consumo, exigência e muito mais!
O período de transição, geralmente definido como o espaço de tempo entre as 3 semanas pré-parto e as 3 semanas pós-parto, é uma fase crítica e determinante para a saúde da vaca e seu retorno econômico durante toda a lactação. A capacidade da vaca em consumir energia suficiente durante esse período é um dos mais importantes contribuintes para o sucesso ou falha da lactação.
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A precocidade sexual está ligada ao desempenho reprodutivo, que por sua vez, reflete na eficiência e lucratividade da pecuária. As características reprodutivas têm um impacto econômico cerca de dez vezes maior do que as características associadas ao crescimento. Fêmeas que parem mais cedo têm maior vida reprodutiva que as tardias, por produzir mais crias. Rebanhos com elevado percentual de precocidade sexual e fertilidade possuem maior disponibilidade de animais, permitindo maior intensidade de seleção, e consequentemente, progressos genéticos mais elevados e maior lucratividade.
A substituição de uma fonte protéica vegetal, por uma com alta concentração de nitrogênio (N), como ureia de liberação lenta ou ureia, pode resultar na redução dos custos do confinamento além de minimizar os efeitos negativos da excreção de N pelos ruminantes para o meio ambiente. Isto ocorre porque a ureia tem um grande equivalente protéico e um preço inferior à proteína verdadeira, viabilizando sua utilização em sistemas de confinamento, nos quais a alimentação responde por grande parte do custo total de produção (Souza et al., 2004).
Cientistas de todo o mundo têm relatado há várias décadas a redução na fertilidade de vacas leiteiras de alta produção, provavelmente resultante do conflito entre as necessidades metabólicas e reprodutivas. Nesta discussão, será considerada uma questão básica: a discrepância existente entre metabolismo e fertilidade e o que se pode fazer, em base nos dados científicos, para resolver o problema do baixo nível de fertilidade dos rebanhos leiteiros.
Todo mundo sabe que o leite é o alimento natural com a maior concentração de cálcio. O que poucos sabem que o consumo da bebida auxilia ainda no desenvolvimento do sistema nervoso. Segundo Rogério Rossi, gerente de produto da linha leite da Intervet/Schering-Plough Animal Health, por ser rico em riboflavina, o leite é um importante aliado do organismo para que as atividades nervosas sejam realizadas.
O incremento nos níveis de eficiência reprodutiva de um rebanho ovino é essencial para se atingir taxas de desfrute mais favoráveis, tendo impacto significante no aumento da escala de produção do sistema, mas sobretudo, na sua produtividade, o que determina diretamente a rentabilidade (lucro operacional/capital médio investido) do empreendimento, e logo, o sucesso econômico e a saúde financeira da empresa pecuária.
Como um reflexo direto do período de tempo existente entre duas parições consecutivas, quanto menor o intervalo de partos maior o número de parições ocorridas dentro de um rebanho ao longo do tempo, resultando numa maior produtividade dos sistemas de produção em sua expressão final, ou seja, a taxa de desfrute.
A eficiência reprodutiva de um rebanho é um ponto de elevada importância na pecuária de corte, uma vez que rebanhos detentores de elevada precocidade sexual e fertilidade apresentam maior disponibilidade de animais, tanto para venda quanto para seleção, incrementando significativamente a taxa de desfrute e intensificando o progresso genético, respectivamente.
O período de transição, que compreende 21 dias antes até 21 dias após o parto, é caracterizado por grande estresse metabólico, associado a redução na ingestão de matéria seca, intensa mobilização de reservas corporais e aumento dos requerimentos nutricionais, com consequências na produção e na reprodução das vacas.