Uso de biodigestores pode gerar economia para pecuaristas
A economia para o bolso dos pequenos e médios pecuaristas viria da substituição do uso do gás liquefeito de petróleo pelo biogás gerado na própria fazenda. Leia
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A economia para o bolso dos pequenos e médios pecuaristas viria da substituição do uso do gás liquefeito de petróleo pelo biogás gerado na própria fazenda. Leia
Conheça neste artigos os tipos de biodigestores, como construir um e se é uma opção viável para propriedades leiteiras. Confira lendo agora!
Em um momento de evolução das tecnologias para evitar e amenizar eventuais agressões ao meio ambiente, o incentivo ao uso de biodigestores no meio rural tem recebido o apoio e atenção dos órgãos do meio rural mineiro.
O objetivo é sensibilizar a cadeia produtiva de bovinos de corte e leite para o uso de tecnologias que, além de reduzir emissões propiciem a sustentabilidade, como a gestão racional da água e dos alimentos, a implantação de biodigestores, compostagem e a geração de energia elétrica por meio do biogás produzido a partir de dejetos, inclusive em sistemas confinados. A avaliação sobre a viabilidade de cada projeto em todas as regiões será concluída ainda no segundo semestre deste ano.
A companhia de lácteos argentina, SanCor, e a Federação Argentina de Cooperativa de Eletricidade e outro Serviços Públicos Limitada (FACE) assinaram um convênio que estabelece que o objetivo é "a mútua colaboração técnica e de complementariedade entre as partes e em todas as atividades relacionadas ao tratamento dos efluentes das fazendas leiteiras. Também, a possibilidade de utilização para a geração de energia, promovendo e realizando de forma individual ou conjunta diferentes atividades de interesse em comum".
Cooperativa de Goiás prepara-se para receber em junho o primeiro de três biodigestores construídos em parceria com a Embrapa Agroenergia. Saiba mais informações
Trata-se de um projeto inovador para o Uruguai, que requer um investimento inicial de US$ 615 mil e um total de US$ 1,4 milhão. Prevê-se em uma primeira etapa a instalação de sete biodigestores na mesma quantidade de fazendas leiteiras localizadas em Colonia Alemana Cooperativa Delta. Esses biodigestores serão interconectados com um gasoduto que transportará o gás [...]
Artigos Especiais: Veja no Interleite 2012 como a Sekita se tornou uma das maiores fazendas de leite com país em 4 anos, com gestão, integração com agricultura e uso eficiente dos dejetos
Estão abertas as inscrições para o III Simpósio em Produção Animal e Recursos Hídricos - III SPARH. O evento irá acontecer nos dias 20 e 21 de março na cidade de São Carlos (SP) e é promovido pela Embrapa Pecuária Sudeste, unidade descentralizada de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O simpósio é [...]
No segundo dia de palestras do Interleite Sul, a temática dá aos participantes uma visão mais ampla do setor. A proposta do evento é dar uma visão geral sobre produção de leite, abordando principalmente temas relacionados a gestão e futuro da atividade. Dessa forma, os participantes sairão do evento [...]
O gerente executivo da diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), Frederico Piauilino, aposta no aumento da demanda pelos financiamentos do Programa ABC por parte dos produtores rurais que terão de investir na recuperação das reservas legais e das áreas de preservação permanente, como exige o novo Código Florestal, sancionado pela presidente Dilma Rousseff em outubro deste ano. Segundo ele, a indefinição em relação à nova legislação ambiental foi um dos fatores que limitou a demanda pelos recursos do programa ABC ao longo deste ano.
Atualmente, a Fazenda Santa Luzia possui 1.800 vacas em lactação, com uma produção média diária de 36.000 litros. Tem seu sistema de produção baseado em pastos irrigados, rotacionados, com aproveitamento de dejetos para fertirrigação e biodigestores para produção de energia elétrica. Seu rebanho é bastante conceituado, sendo detentor de vários prêmios nacionais de produção e destaques nas principais exposições do país.
A Sadia informou ontem que se tornou a primeira empresa de setor agrícola no mundo a obter o registro da Organização das Nações Unidas (ONU) na modalidade Programa de Atividades (PoA) voltado à captação de gases de efeito estufa. Com o registro, a empresa poderá negociar no mercado internacional créditos de carbono equivalentes gerados dentro de seu Programa Suinocultura Sustentável Sadia criado em 2005.
O leitor do MilkPoint Roberto Jank Jr., diretor da Agrindus S.A., de Descalvado, São Paulo, enviou um comentário ao artigo "Aumentam importações dos EUA e de soro de leite". Segundo ele "Precisamos ficar muito alertas com esse fato novo que é à entrada de leite dos EUA. Fui lá ver grandes projetos de leite em julho último e impressiona".
O reaproveitamento de matéria orgânica produzida na atividade agropecuária, sobretudo o esterco de animais, pode gerar um bilhão de kilowatts-hora por mês, quantidade equivalente à que será produzida pela usina hidrelétrica de Jirau e suficiente para abastecer uma cidade de até 4,5 milhões de habitantes. Produtores agropecuários dispostos a investir no negócio podem embolsar até R$ 1,5 bilhão com a venda da energia elétrica, segundo estudo recém-concluído pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em parceria com Itaipu Binacional.
A pecuária é o setor agrícola de mais rápido crescimento no mundo, empregando cerca de 1,3 bilhão de pessoas. No entanto, em seu relatório altamente influente de 2016, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) afirmou que a agricultura, a silvicultura e o uso da terra são responsáveis por 21% das emissões de gases de efeito estufa. No mesmo relatório, a FAO afirmou que a adoção de práticas sustentáveis na pecuária poderia reduzir em até 41% as emissões de gás metano. Um exemplo seria o uso de biodigestores, que podem converter o esterco animal em biogás e fertilizantes orgânicos.
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