Margens apertadas e pouco leite no campo
O título desse artigo ilustra um pouco das dificuldades enfrentadas pela cadeia produtiva do leite no Brasil ao longo de 2021. Entenda mais o panorama aqui.
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O título desse artigo ilustra um pouco das dificuldades enfrentadas pela cadeia produtiva do leite no Brasil ao longo de 2021. Entenda mais o panorama aqui.
O crescimento da renda dos produtores de leite neste ano deveu-se basicamente à maior produção de leite. Saiba mais.
O Rabobank publicou o seu relatório trimestral sobre o setor de lácteos, que afirma que os EUA tiveram apenas 1% de crescimento na produção de leite em 2018, o menor crescimento anual desde 2013 no quarto trimestre de 2018. A produção de leite também caiu na União Europeia (UE) e na Austrália no ano passado, mas subiu na Nova Zelândia, América do Sul e China.
Preços em queda, custos em alta, incertezas. O mercado de leite vive um momento complicado, mas é nessas horas que os mais bem informados se sobressaem. O que deve ocorrer com o mercado? Quem for ao Interleite Brasil 2012 saberá!
Em uma atividade que opera com margens tão apertadas quanto a bovinocultura leiteira, a eficiência no uso de recursos torna-se essencial. Confira alguns dos principais fatores que podem estar comprometendo a rentabilidade da sua produção.
Na Região da Campanha, em Hulha Negra/RS, uma pequena propriedade rural encontrou no próprio leite a chave para mudar de patamar. O que antes era vendido in natura - com margens apertadas e forte dependência de fatores externos - passou a ser transformado em queijos e produtos coloniais com identidade própria, ampliando o valor da produção e abrindo novas possibilidades de mercado.
Escala costumava ser definida exclusivamente pelo volume. Hoje, a credibilidade a define tanto quanto. Em um ambiente marcado por expectativas crescentes, margens mais apertadas e maior escrutínio, as categorias de alimentos são avaliadas não apenas pelo que produzem, mas por quão consistentemente conseguem demonstrar progresso em nutrição, sustentabilidade e confiança.
A dificuldade em identificar o momento ideal para a inseminação e em antecipar problemas de saúde ainda pesa no resultado de muitas fazendas de leite. Em um cenário de margens apertadas e mão de obra cada vez mais escassa, produtores têm buscado alternativas para tornar a gestão do rebanho mais precisa e previsível.
Nos últimos dois anos, a produção mundial ficou estagnada devido a margens apertadas e eventos climáticos adversos que não incentivaram o aumento da produção.
Com margens apertadas no leite fluido, indústrias investem em queijo. Fusões e aquisições marcam o primeiro semestre e mostram consolidação no setor lácteo.
Quando as contagens de bactérias sobem, normalmente procuramos o culpado no sistema de limpeza, no sistema de resfriamento ou nas vacas. Mas, se todos estes elementos parecem estar em ordem, pode ser apenas que as teteiras ou outras peças de borracha sejam o motivo secreto para os níveis de CBT não estarem onde deveriam para uma ótima qualidade do leite.
Os mares do setor lácteo não estão calmos ultimamente, com margens apertadas para produtores e indústrias. Saiba o que esperar para o fim deste ano. Leia!
Depois de um primeiro semestre com preços de leite que pouco variaram e margens apertadas para indústrias e produtores, inicia-se a segunda parte do ano com a expectativa de mudanças de cenário. Mas ainda será preciso avaliar como o mercado irá se comportar no mês de setembro.
As margens de lucros devem ser mais apertadas para a pecuária no ano de 2021 em função da alta nos custos com alimentação, conforme foi divulgado pela a Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Já para os preços da arroba, a tendência é que os valores devem continuar em patamares próximos a média dos últimos meses de 2020 diante da baixa disponibilidade de animais para o abate.
Há um jargão na indústria de alimentos e bebidas que diz que "no final do dia, o que paga a conta do fabricante é a sua produtividade". Sobretudo em um setor que convive com margens apertadas e desafiadoras, a frase é um lembrete importante para gestores e lideranças de olho na performance geral da fábrica e no cumprimento de metas de produção - afinal, é consenso que máquina parada representa prejuízo financeiro.
O mercado de leite no Brasil segue dando um passo de cada vez, esperando o aquecimento da economia nacional. Se em 2018 o setor cresceu apenas 0,5%, no ano passado registrou alta de 2,5%, com o produtor recebendo em média R$ 1,36 pelo litro da mercadoria. Para os pequenos produtores essas margens apertadas dificultam o planejamento e - consequentemente, o investimento em tecnologia e estrutura na propriedade.
A rápida consolidação continuou nos últimos 10 anos, com a criação de fazendas leiteiras com mais de 1.000 vacas. Isso reduziu os custos e pressionou os preços do leite. Anos de margens de lucro apertadas e escassez de mão-de-obra levaram muitas fazendas do Missouri a mudar para a produção de carne bovina.
Os produtores brasileiros de soja serão os principais beneficiados pelo cenário de margens apertadas e menor crescimento de demanda pelo grão americano na próxima década. Cálculos do Rabobank indicam que o consumo global da oleaginosa deverá aumentar em 70 milhões de toneladas até a safra 2028/29, para 415 milhões, e que metade desse volume será suprido pelo Brasil.
A neozelandesa Fonterra, maior exportadora de lácteos do mundo, cortou suas previsões de lucros na semana passada e reduziu sua previsão de pagamento de leite, buscando reforçar seu balanço em meio a margens mais apertadas do que o esperado. As ações do fundo negociado da Fonterra caíram 3,1%, para NZ$ 4,95 (US$ 3,28), uma baixa de quase três anos, após o segundo rebaixamento do lucro da empresa em três meses.
Prestes a completar dois anos, em setembro, a joint venture criada pela brasileira Fri-Ribe e a holandesa Nutreco no setor de nutrição animal prevê crescer 22% em 2011, quadruplicar os investimentos e, possivelmente, adquirir novas companhias. De acordo com o presidente da Nutreco Fri-Ribe, Eduardo Amorim, a empresa deve fechar o ano com uma receita próxima de R$ 186 milhões, ante R$ 152 milhões em 2010. "Nossa meta é dobrar esse valor nos próximos cinco anos e colocar a empresa entre as três maiores fabricantes de rações do país", afirma.
Formar uma empresa de consistência no mercado, com marcas fortes, fomentar o desenvolvimento do setor produtivo e melhorar a rentabilidade do produtor de lácteos. Essa é a meta do fundador e ex-diretor presidente da gaúcha Laticínios Bom Gosto, Wilson Zanatta, agora na co-presidência do conselho de administração da LBR - Lácteos Brasil S/A.
A Standard & Poors reafirmou o rating "BB+" atribuído à Brasil Foods. A perspectiva permanece estável já que, segundo a agência, embora haja expectativa de aumento nos custos da matéria-prima, pressionando as margens da BRF, "a empresa as manterá de certa forma estáveis em função da forte demanda e de sua capacidade para repassar aumentos de custos aos clientes finais".
O presidente da JBS Friboi, Joesley Batista, praticamente descartou a entrada da companhia no mercado de leite UHT (longa vida). A companhia estreou no mercado de lácteos com a associação ao Bertin, dono da Vigor, e começaram a surgiram rumores sobre a possibilidade da mesma comprar outras empresas desse setor. Batista admite que aquisições devem acontecer, mas dificilmente elas atingirão fabricantes de longa vida.
Mesmo com a recuperação registrada a partir de junho, a Embaré Indústrias Alimentícias S/A, sediada em Lagoa da Prata (Centro-Oeste de Minas), deve fechar o ano ainda sem crescimento expressivo. A empresa, que no primeiro semestre acumulou perdas, no total de 2009 deve chegar à expansão de 10% no volume de produção e incremento de 2% no faturamento frente ao exercício anterior.